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Mostrando postagens de Outubro, 2009

é irracional..

SE UM CÃO FOSSE SEU PROFESSOR...
Você aprenderia coisas assim:

Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.
Nunca perca uma oportunidade de passear de carro.
Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.
Mostre aos outros que estão invadindo seu território.
Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.
Corra, pule e brinque todos os dias.
tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.
Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.
Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquido e deite debaixo da sombra de uma árvore .
Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado... volte e faça as pazes novamente.
Aproveite o prazer de uma longa caminhada.
Se alimente com gosto e entusiasmo.
Coma só o suficiente.
Seja leal.
Nunca pretenda ser o que você não é.
Se você quer se deitar em baixo da terra, cave fundo até conseguir.
E o mais importante de …

Um dia volta pra você também BRASILEIRO e/ou BRASILEIRA e vai faltar cadeia

Sem casa, pedindo comida, e de
bicicleta em busca de trabalho
Casal conta suas experiências como desabrigado no Japão em meio à crise

Para o casal, o panorama do país é sombrio:
“Pelo tanto de desempregados que há, vai faltar cadeia”

(Texto e Foto: Osny Arashiro/ipcdigital.com)
São mais de 400 quilômetros de estrada e história reunidas na bagagem pessoal do casal F., 22,  E., 26. Seria mais uma aventura de andarilhos de bicicleta, não fosse a condição de desempregados e desabrigados que enfrentam, vítimas da atual crise econômica.
O casal morava em Toyoda, perto de Iwata (Shizuoka), quando perdeu o emprego, ainda no verão, e teve de desocupar o apartamento da empreiteira. Vagando pelas ruas, obteve ajuda de uma funcionária de outra empreiteira, que indicou o casal para trabalhar na província de Hyogo. Mas o novo trabalho, numa fábrica de marmitas, durou apenas um mês. No final de outubro, eles foram cortados e voltaram à vida de desabrigados. “A empreiteira não soltava vale e, em casa, não t…

Suspiro

Alguns suspiros aliviados
surgem de nossa alma
ao contemplar a vida

Como pode ser tão linda?
Como pode ser tão feia?
Tão doce e amarga, tão extrema
e tão equilibrada?

Vivendo a vida entre amigos
entre seus entes queridos
surgem momentos de paz tão profundos
que só os olhares e sorrisos dos filhos nos podem dar

:-)

Hoje

Hoje é aniversário dela.
Faz 6 anos.
Tem expectativa de um bolo,
cantar parabéns em família,
abrir um pacote de presente.

É, ela agora já entende.
Nunca teve uma festa de aniversário.
Isso nem é novidade por aqui, nunca temos, nem sentimos esta necessidade.
Mas ela agora sente.

Nem é muito,
um bolo pequeno, cantar em família, um pacote pra abrir.
Eu não sei como resolver isso.
Falar de novo: não tem dinheiro?

Agora não dá, desta vez não deu, fica pra próxima?
A vendinha tá esperando seus 500 reais há uns 4 meses,
o verdureiro também,
O proprietário já pediu a casa.

Alguns pequenos problemas rotineiros
ficam tão enormes e desproporcionais
quando o ser perde suas esperanças
quando perde seu equilíbrio emocional.

É meio parecido com a força dos braços ou pernas,
depois de um esforço extremo e prolongado.
Simplesmente não respondem mais aos comandos do cérebro.
Agora entendo como se morre na praia.

Superior Cursando

Uma mulher foi renovar a sua carta de condução.
Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão.
Ela hesitou, sem saber bem como se classificar.
"O que eu pergunto é se tem um trabalho", insistiu o funcionário.
"Claro que tenho um trabalho", exclamou . "Sou mãe".
"Nós não consideramos 'mãe' trabalho. Vou colocar Dona de Casa", disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona da situação.
"Qual é a sua ocupação?" Perguntou.
Não sei o que me fez dizer isto; as palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:
"Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas."
A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar para o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
E…