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Quando trabalhar parece brincadeira de criança



Sim, este não é só mais um conto da Disney ou uma linda música nas vozes de Whitney Houston e Mariah Carey. Porém se você não se dá crédito por uma coisa que fez direito, vai ficar na base da pirâmide para sempre.

Nao é preciso se apressar, mas será importante saber para onde esta indo e ter disciplina para chegar lá.

Indo contra todos os conselhos recebidos ou experimentando dolorosamente, as novas gerações descobriram na prática que os modelos tradicionais de comportamento não funcionavam.

Depois de muito engenheiro que virou suco ou muito gênio considerado como retardado ou vândalo as coisas foram ficando tão confusas que acabaram denunciando a si mesmas.

Então entramos no desconhecido mundo de quebrar as regras com consciência. Não por revolta ou falta de opções. Por escolha própria e até "planejada" as vezes.

Após muitas perdas alguns sucessos foram surgindo e encorajando mais e mais pessoas a buscarem atividades profissionais emocionalmente gratificantes. Com propósitos mais nobres que apenas sobreviver.

Alguns sucessos chegaram a tal patamar que trabalhar ficou parecendo uma brincadeira de tão fácil e gratificante para quem realizava. Chega de martelar com alicates ou tentar tirar leite de pedra. Nada de artistas tentando administrar ou dominadores pisando em todo mundo porque não suportam posições subordinadas.

Aos gênios da música, que sejam músicos. Aos gênios da cozinha, da matemática,  de relações interpessoais... Que sejam o que vieram ao mundo para ser. Independente do que seus pais sonharam ou a sociedade esteja ditando como correto, coerente, elegante ou lucrativo.

Ok. Maravilha.

Vamos analisar agora os próximos desafios.

Algumas empresas perceberam as possibilidades e aceitaram correr o risco ao admitir estes profissionais.

Falando dos casos que deram muito certo para os dois lados vou entrar no detalhe do cotidiano destes profissionais. Alguns destes profissionais se encontram de tal maneira "abençoados" no que realizam que mais do que estarem dispostos até a pagar para trabalhar naquilo, chegam a perder o equilíbrio geral e passar quase 24 hs/dia só trabalhando.

Um tanto disso pelo prazer intrínseco, outro tanto pelo milagre reconhecido. Qualquer espiada para os lados mostra que a maioria das pessoas ainda está muito longe desta oportunidade de realização. Muitos ainda vão demorar séculos para chegar perto de enxergar estas novas soluções por ignorância da possibilidade, outros tantos por medo ou falta de autoconhecimento e direção.

Mas o fato é que alguns destes felizardos que já estão no "paraíso" podem num dado momento se dar conta de estarem trabalhando por 10 homens, sozinhos. Mais que fazer direito e fazer bem feito pelo simples prazer de se estar fazendo algo extremamente gratificante, podemos ficar quase viciados nesta fonte de auto realização.

O pior disso é que seus gestores podem nem estar sabendo deste desempenho descomunal pois a maioria trabalha em novos cargos que até ontem nem existiam. Não há muitos comparativos de desempenho.

O grande risco aqui é que ao estarmos completamente satisfeitos e realizados em nossa atuais profissões, estamos nos tornando máquinas de trabalhar bem convenientes para o mercado de trabalho.

Então, fica o meu alerta de que sim, é perfeitamente possível trabalhar no que se sabe intuitivamente fazer, gosta, realiza e possui desempenho excepcional. Apenas não se permita transbordar a vida profissional a tal ponto de sufocar os demais aspectos de si mesmo.

Por mais "abençoado" que se sinta em seu trabalho você ainda é um filho, pai, irmão, namorado, esposo, amigo. Ainda precisa dormir, comer, tomar banho, namorar, passear, fazer exercícios físicos e relacionar-se com outras pessoas diferentes. Do contrário, nada desta conquista estará realmente beneficiando você ou seus ente queridos.

Estaremos apenas repetindo o que nossos pais e avós fizeram: passando a vida de formas que experimentam muito pouco do tudo que ela tem a oferecer.

Marcia Sisi

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