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Quando as regras são justas?



Fui convidada para participar de uma reunião num dos conselho da cidade que moro atualmente.


Gostei de ir, foi bom estar lá, conversar com algumas pessoas do mesmo bairro que eu, ouvir suas sugestões. Conhecer algumas pessoas que organizam as coisas como vice prefeito, secretário da pasta etc.


Confesso que saí de lá cheia de ideias, mas no caminho de volta me senti muito incomodada. Me foi MUITO desconfortável saber que uma parcela mínima de pessoas podem adquirir o direito de decidir e intervir na vida de tantas outras (ignorantes até de que existem tais conselhos, as datas e locais que se encontram e mais ainda que decidem suas vidas - quase a portas fechadas).




Alguns destes conselhos tentam por meio de debates entre si e criação de regras (leis), delimitar o que pode ou não, visando o bem comum.




Considerando também que somos muitos e com tantas opiniões e pontos de referência quanto a experiência de vida de cada um, normalmente é bem complicado chegar ao consenso.




Diante de tais fatos, a maioria massiva destes conselhos acaba optando por não divulgar os seus encontros deliberativos a fim de diminuir os atritos e agilizar a definição das regras que serão válidas.




Uma vez definidas as regras, TODOS deverão cumprí-la certo?




Certo?




Particularmente não tenho certeza desta resposta.

Por alguns pontos de referência me parece uma boa solução, mas por outros não concordo.




Acredito que todos temos o direito de opinar em tudo que de alguma maneira afetará nossas vidas. Segui este pensando quando decidi por não batizar minhas filhas nem muito menos furar-lhes a orelha, enquanto ainda eram apenas bebês.




Viver em sociedade pressupõe fazer acordos e cumprí-los. Qualquer engrenagem precisa de bons encaixes para funcionar. Independente do quão justos são os encaixes, a máquina funciona, basta encaixar.




Mas nós não somos máquinas. As engrenagens que movem e mantém funcionando um grupo dependem da coesão nos resultados finais.




Tudo bem, ninguém é obrigado a pertencer ao grupo social ao qual não se sente confortável. A não ser que seja obrigado (seja por falta de informação, formação, opinião, poder aquisitivo).




...




Atualmente estou na fase do Observar e Absorver...

Faço votos que eu progrida para o agir e inspirar o quanto antes!


Eu entendo que:


Focando nas questões ambientais... e


Considerando que muitos humanos estão mal informados em relação ao fato de que:


a mãe natureza vive sem nós,
nós é que não vivemos sem ela,




são criados conselhos de regulamentação para estas questões. Sem eles possivelmente continuaríamos destruindo a natureza, por desinformação.


Mas... como será que poderíamos fazer esta organização sem deixar tanta gente sem voz?



informe-se mais sobre CONSEG's aqui: http://policiamentocomunitario.blogspot.com.br/2008/05/o-que-so-conselhos-comunitrios-de.html

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